Que em 2011 as pessoas amem mais e sofram menos por causa de outras. Que entendam que há sempre um caminho para felicidade, mesmo que o que as leve para lá não seja aquele trajeto tão cuidadosamente planejado. Que em 2011 novas pessoas especiais surjam em nossas vidas. A cada ano, acredito, um bom punhado delas é colocado a dedo no traçado de nossa existência com alguma missão que só muito mais tarde descobriremos. Ou não. Pessoas especiais a quem nossa linguagem chama autonomamente de amigas, independente do tempo de convívio.
Que em 2011 seja o Ano Internacional do Reencontro. Reencontro consigo, com seus amigos, com sua família. Que 2011 seja o ano da virada. Seja lá qual for essa virada. Desde que seja para melhor. Que seja o ano do recomeço, seja lá o que for que precise ser recomeçado.
Que 2011 seja o ano da coragem. Da coragem de rever autocriticamente nossas pisadas de bola e nossas mancadas, sem punições ou autoflagelos. Que sejam momentos de rever nossos planos, conceitos e preconceitos. Coragem para, tudo , coragem para não esquecer que ninguém é eterno e que a vida é efêmera.. Coragem para dizer diretamente o que tem a ser dito, mas de forma tranquila, serena e verdadeira, como só os corajosos sabem fazer. Os fracos de alma sentem a necessidade de dizer por terceiros, de mandar recados. Aliás, não é necessidade: é falta de opção. É a única forma que sabem fazê-lo. Então, que aprendam outras formas em 2011.
Que em 2011 as pessoas façam algo que nunca fizeram. Ou porque não gostam ou porque não tiveram chance. Que descubram nessas coisas diferentes um prazer diferente. Que assistam ao Domingão do Faustão e se deliciem com aquelas velhas vídeocassetadas de dez anos atrás... Que riam dos outros e, acima de tudo, riam de si. Aprender a ri de si é fundamental.
Que 2011, enfim, seja seu ano.
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