Em meio a shows mornos e apresentadores perdidos, foram as suas piadas (e imitações) que deram alguma graça à festa. O ponto alto: ele e Dani Calabresa parodiando, respectivamente, o técnico Joel Santana e a apresentadora Luciana Gimenez.
A outra estrela da cerimônia foi a própria televisão, muito mais que a música. Entre os convidados da noite, por exemplo, estavam nomes como Raul Gil, Palmirinha Onofre e Roberto Justus - todos eles grandes nomes da TV. Bandas, cantores e cantoras? Meros coadjuvantes. Os próprios shows, destaques de outras edições do VMB, este ano passaram em branco: seja a imitação de Muse feita pelo Fresno ou o rock genérico do Capital Inicial, tudo foi facilmente esquecível. Incluindo aí a atração internacional da noite, o Ok Go.
Até Otto, responsável por um dos melhores discos do ano passado (Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranquilos), não se saiu bem. Nervoso e lutando contra a indiferença da plateia, o cantor interpretou a bela música "Crua" de forma pouco inspirada.
O Restart confirmou o favoritismo e conquistou os cinco prêmios a que concorria: artista do ano, hit do ano, clipe do ano, revelação e artista pop - e mesmo com uma vitória desse porte, levou muitas vaias. O NX Zero, seu maior rival, ganhou apenas um prêmio: show do ano.
(By: @beatryzduarte)
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